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  • c_cervejaria_canada_2084359024
    Jul 22 2015

    O forte crescimento do Jardim Canadá

    Devido à demanda sem precedentes para imóveis residenciais recém-construídos na região de Nova Lima, os valores de imóvel no Jardim Canadá para imóveis comerciais dispararam em 10-20 por cento no ano passado. Os condomínios de Nova Lima com suas ruas largas, viadutos, multiplexes, residenciais, bem como centros comerciais ganharam reconhecimento dos figurões da indústria da construção.

    Na verdade, a valorização foi tão alta como nos últimos dois anos em condomínios como Alpahaville, Miguelão, Retiro das Pedras e Passárgada.  Essa Expansão é um desenvolvimento recente e, de fato, tornou-se o centro de indústria e comércio o bairro Jardim Canadá. Os mercados comerciais foram apanhados em conjunto com a melhoria do ambiente de negócios na cidade de Nova Lima. Segundo fontes do mercado, os alugueis de espaço de escritório na região do Jardim Canadá que tem se tornado fonte de atração pois as pessoas não estão querendo se deslocar até Belo Horizonte para trabalhar.

    O setor imobiliário no Jardim Canadá está passando por uma fase de transição com muita atividade por toda o Bairro. Como Jardim Canadá listou entre os dez mais rápidos segmentos de crescimento imobiliário na região, atraindo um número de desenvolvedores. Jardim Canadá tem desenvolvido fortes setores da indústria, principalmente cervejeira, tornando-se referência mundial na produção do mesmo. Além de um setor de serviço e comércio em forte expansão nos últimos anos.

    Embora a cidade de Nova Lima, e região metropolitana de Belo Horizonte, esteja florescendo com projetos luxuosos os preços dos imóveis estão acessíveis em comparação com outras grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Daí investidores estão olhando para Jardim Canadá para investir em imóveis e como ele está se desenvolvendo eles podem presumir bons retornos sobre o investimento em um futuro próximo, o que resulta em um aumento nas imobiliárias e investimento na cidade.

    O segmento imobiliário também está mantendo uma estreita guia sobre as três propostas de projetos de Jardim Canadá para transporte que fica sob o palco de conceituação por enquanto. Uma vez que o projeto entre em vigor, o mercado imobiliário em todo Jardim Canadá pode crescer demasiadamente e começar a gerar especulação. Além disso, a cidade tem todo o potencial para atrair mais construtores para investimento em vários setores imobiliários. Jardim Canadá testemunha do nascer do “boom imobiliário” que irá gradualmente desenvolvê-la em um bairro de destaque nos próximos anos.

    A imobiliária 2M Imóveis está situada no bairro Jardim Canadá e compreende a necessidade exata dos clientes e pode orientá-los com sua equipe de profissionais especializados, ajudando-os a selecionar o melhor imóvel.

    Não perca essa oportunidade de investimento no Jardim Canadá, o mais promissor bairro para investimento na cidade de Nova Lima, e região metropolitana de Belo Horizonte.

  • aspectos-e-commerce-2
    Jun 25 2015

    Minhas vendas cairam. E agora?

    Não é segredo para ninguém que e-commerces trabalham com datas muito sazonais. Alguns mais, outros menos, mas além das datas já conhecidas como Dia das Mães, Pais ou Natal, há datas que para um determinado segmento é mais forte do que para o outro, entretanto a queda nas vendas ocorre em todos os segmentos independentemente da sazonalidade. Os fatores são diversos, como mês em que tem que pagar matricula na escola afeta, por exemplo, o segmento de sapatos. Mês de férias, afeta o de flores, crise financeira afeta a todos e por ai vai. Mas o que fazer?

    Existem algumas práticas que é possível fazer para que seu e-commerce eleve as vendas. Talvez não acima da média, mas pelo menos fazer com que a média que você já tem seja mantida. Isso já ajuda a bater a meta de faturamento do mês, trimestre, semestre ou ano. O que vier além disso, é um lucro. E lucro extra é sempre bem vindo.

    O primeiro passo é mensurar as vendas de hora em hora. Estabeleça uma relação. Quantas vendas você precisa fazer ao dia para bater a meta no final do mês? Quantas vendas você precisa fazer por hora para a meta do dia? Quantas vendas você faz, normalmente, por hora? Está muito acima ou abaixo do que você propôs? Ok, aqui temos uma meta para atingir, logo, sabemos onde queremos chegar. Há um objetivo claro.

    Quando se mensura vendas, não se mensura apenas o geral e sim os produtos mais vendidos. Isso é uma tática manjada de e-commerce, mas que dá certo. Troque os produtos da home por aqueles mais vendidos no dia. Não se consegue prever acertadamente qual produto vai vender mais que o outro em determinado dia, mas durante o dia é possível fazer uma curva de tendência de produto e ai trabalhar com isso.

    Entenda quais são seus carros-chefes de fluxo no site. Nem sempre as pessoas chegam apenas pela home, apesar que a home é sem dúvida a grande porta para o site. O Google é um grande parceiro do e-commerce, pois quase 97% dos e-consumidores passam pelo Google para uma pesquisa. Teoricamente, e essa é uma média de mercado, o Google é o parceiro que mais trará fluxo ao site. Deveria ser o que mais converte, mas nem sempre é assim. Analise a taxa de conversão do Google.

    Tenha um histórico, estabeleça uma meta e acompanhe de hora em hora se essa conversão está ok. Estabeleça até quanto você pode pagar por venda, o famoso CPA. Se estiver alto, você pode até vender, mas terá prejuízo no final do dia. Mantenha um equilíbrio de acordo com o seu histórico e possibilidades.

    E-mail marketing é outro canal que gera muita audiência e conversão. Em média, os portais chegam a ter até 15% de taxa de abertura das peças, podendo chegar a 1% de taxa de conversão, o que pode ser excelente para o seu negócio. Veja quais assuntos mais clicados, promoções mais “matadoras”, assuntos mais buscados. Use as palavras-chave do Google para gerar textos nas peças de e-mail marketing. Meça retorno, o que mais vende. Entenda horários de maior taxa de abertura, dias que mais convertem. Mais uma vez, estabeleça um padrão e siga esse padrão.

    Redes Sociais são relacionamento. Não espere grandes vendas por ali. As pessoas seguem a sua marca para te ouvir e não necessariamente para comprar. Faça promoções exclusivas, concursos culturais, use aplicativos e até indico uma loja no Facebook, mas não ache que essa será a salvação do seu negócios.

    Tudo isso, se bem feito, tem chances de você aumentar as vendas, mas o acompanhamento e a padronização são muito importantes.

  • branding
    Mar 07 2015

    Zonas de Oportunidades: Espaços para sua marca crescer.

    Fico feliz de ver como o branding entrou no gosto popular. Desde pequenos negócios até grandes corporações entenderam que a promessa de marca é hoje o principal norte para a empresa. E o engraçado é a quantidade de variações que surgiram deste tema: endobranding, branding pessoal, branding para não-consumidores, etc.

    Porém eu quero demonstrar um pouco do meu ponto-de-vista, onde acredito que não dá para pensar em estratégias diferentes para cada público da empresa. Se ignorarmos que estes públicos se interagem e, através da troca de suas experiências, definem o real valor da marca, não construiremos um branding sólido, com valores bem definidos.

    Vamos adotar uma visão clara, com base em 3 públicos de interesse:

    1. Colaboradores: ah…. os esquecidos colaboradores. Como é difícil para o depto de marketing entender que eles não são de responsabilidade total do RH. O preparo deles e a maneira como eles interagem com os outros dois públicos são cruciais para transparecer os valores da marca. Outro detalhe: eles são os primeiros a utilizar ou indicar os produtos e serviços da empresa, por isto a sua importância.
    2. Clientes: não são tããão complicados como pensamos. Eles sempre irão colocar a marca no centro de uma balança, onde irão ponderar a respeito das promessas e o que está sendo entregue. Simples assim. E complicado assim. Desenvolver um relacionamento sólido, nas alegrias e nas tristezas, é a melhor maneira de identificar o contrapeso desta balança chamada marca.
    3. Prospects: eles já estão de olho na sua marca, principalmente na relação entre os clientes e os colaboradores. Seu julgamento, se irão ou não escolher pela sua marca, será baseado em 2 pontos: o resultado da interação entre cliente e colaboradores e na sua própria experiência de compra, onde eles interagem com os colaboradores.

    Então percebemos como a marca está no centro destes 3 públicos, pois os colaboradores interagem com clientes e prospects assim como os clientes conversam com estes prospects para mostrar sua experiência com a marca. Em qualquer situação é assim, seja para commodities até produtos de luxo.

    branding

    Agora que conseguimos entender melhor esta interação entre colaboradores, clientes e prospects, entendemos como podemos criar as Zonas de Oportunidades. Estas interações entre os públicos definem a percepção da marca, pois nestas situações que ocorrem as experiências da marca e a sua real percepção. Não é a empresa que defineas características de sua marca (se ela é moderna e inovadora, por exemplo) e sim o resultado destas experiências.

    E é possível definir este resultado? Se houver compreensão destes fatores, bem como um planejamento baseado na percepção das expectativas destes públicos, é possível sim. Requer esforço e é, de fato mais, eficiente e rentável, pois seus investimentos estarão mais focados com a real percepção de marca.

    Então. Qual o resultado que você espera da sua marca?

  • bad-manager
    Mar 03 2015

    Quando o gestor de Marketing rasga a cartilha

    De tempos em tempos, eu vejo aberrações no Marketing que são imperdoáveis.

    Esse período entre as aberrações vem diminuindo de maneira drástica, infelizmente.

    Na Era das Mídias Sociais, as aberrações dos Gestores de Marketing, se multiplicam, mas devido ao excesso de informações que rondam as mesmas, acabam não perdurando por muito tempo e desculpem o trocadilho, muitas acabam sendo perdoadas.

    Hoje recebi um Tweet do Prof. Mario Galvão, me indicando um vídeo da novela Salve Jorge. Eu curioso como sempre, e recebendo um Tweet de um Professor de Marketing, não podia deixar no ar e fui checar o “ocorrido”.

    Eis que a marca Kia, que vinha com campanhas interessantes, lançamentos bacana e tals, me joga tudo pela janela.

    Faço uma ressalva aqui, por ser Professor, Profissional e Blogueiro de Marketing, a sensibilidade em certas questões ficam mais afloradas e ácidas, e este caso foi um.

    Os caras, me criam uma campanha na novela Salve Jorge (Product Placement), com um de seus belos carros, em uma parte da novela que é gravado um comercial. Até ai, nada de anormal.

    Ocorre que este núcleo da novela é simplesmente o núcleo onde a atriz que vai interagir com o carro, foi sequestrada (escrava branca), prostituída e agora está sendo explorada como modelo. Pasmem. A Kia escolheu divulgar seu veículo de luxo, na pior área da novela (que diga-se de passagem é um fracasso de público e crítica). Nota zero de Branding.

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    Muitos espectadores podem ter deixado passar essa, mas é imperdoável para quem ganha salários acima de dois dígitos, com provável excelente formação em Marketing, que trabalha em uma grande montadora, me dar uma brecha dessa.

    Um dinheiro jogado no lixo, sem qualquer apelo, vínculo com personagem (ou seria carro de prostituta?).

    É meus amigos, o dinheiro no Marketing ainda continua indo por descarga abaixo, e poucas providências são tomadas. Uma pena que outras empresas tão criativas, tão bacanas, não tenham o mesmo poderio de mídia para fazer inserções bem mais criativas, que esse lixo que vocês podem ver no link abaixo.

    http://tvg.globo.com/novelas/salve-jorge/videos/t/cenas/v/rosangela-fotografa-para-campanha-de-carro/2388774/

    Desculpem o desabafo de um simples apaixonado pelo Marketing que não quer vê-lo sendo assassinado aos poucos por grandes marcas.

  • real-estate-agents-tips
    Feb 02 2015

    Você ouve seus consumidores?

    Tenho visto muitos cursos e até demanda de profissionais querendo saber mais sobre monitoramento de Redes Sociais. Qual a melhor ferramenta? Como negativar uma palavra? Como monitorar marcas como: Vivo, Claro, Oi por exemplo, que são palavras bem usadas no dia-a-dia das pessoas. Essas perguntas são freqüentes, mas vou além quando digo que mais importante do que monitorar é saber o que fazer com esse material. Mais do que classificar como positivo, negativo ou neutro, é preciso saber extrair estratégias desse monitoramento. Nesse sentido, faz toda a diferença saber o que as pessoas falam das marcas nas redes, pois isso pode ser oportunidade de negócios.

    A marca que não sabe ouvir os consumidores estão fadadas a perder espaço, afinal, os consumidores sabem ouvir a si mesmos e estão cada vez mais conversando entre si. Não é nenhuma novidade, ao menos não deveria ser, que está cada vez maior o compartilhamento de informações em vários pontos de contato, não única e exclusivamente as Redes Sociais. Para o consumidor, essa distribuição de conteúdo facilita a pesquisa e tende a facilitar a compra. Segundo uma pesquisa da DraftFCB, o Brasil é um dos países com maior índice pessoas obcecadas por informação, o que reforça a minha teoria de que o conteúdo é o que move a Internet, é o que engaja, é o que relaciona e é o que as pessoas buscam.

    A pesquisa denominou essas pessoas de Information Obsessed, consumidores que não hesitam em verificar toda a informação disponível sobre uma marca antes de decidir pela compra de um produto ou serviço, ou seja, não é apenas importante que as marcas ouçam seus consumidores, mas que produzam conteúdo que seja exclusivo e relevante que estimule a reprodução desses conteúdos em diversas plataformas, pelos próprios usuários. Redes Sociais, vale lembrar, é apenas uma das diversas plataformas onde se é possível construir a reputação de uma marca, outro fator, que segundo a pesquisa é importante para a decisão de compra.

    As vezes, o consumidor nem gosta de pesquisar, mas o faz por extrema necessidade. Cada vez mais os produtos estão similares uns aos outros e entender mais sobre esse produto é importante. Sempre provoco em aula a seguinte reflexão: Você tem 150 mil reais para comprar um carro. Vai comprar um Audi, BMW ou Mercedes? São carros de luxo, alta performance, carros que chamam a atenção e até mexem com o “ego” do comprador. Qual a diferença? Marca? São 3 importantes e respeitadas marcas. Design? Gosto não se discute. O que os diferencia?

    Quando uma marca não ouve seu consumidor, não sabe o que ele fala e perde um importante ativo de estratégia competitiva. Quando vemos projetos como Starbucks My Idea, Fiat Mio ou Tecnisa Ideias vemos marcas que já entendem, há tempos, o que é a Internet hoje, que na minha opinião se baseia em conceitos muito simples: Engajamento, Relacionamento, Conteúdo e Presença Digital, o que eu chamo dos 4 pilares do marketing digital, quando se trabalha isso de forma equilibrada, as chances de sucesso são maiores.

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    Naturalmente, segundo a pesquisa, o brasileiro não se engaja com as marcas. Talvez, por que essas não os ouça, não os compreenda e não os ofereça algo relevante, mas após uma compra quase 90% pesquisa sobre as marcas que já compraram, mais um ponto importante para trabalhar o conteúdo dentro. Os consumidores tem a necessidade de afirmar se fizeram ou não uma boa compra. Estimulando isso, há mais engajamento com as marcas.